Plano de Aula realizado pelo Grupo 6 como uma das atividades finais do Curso Melhor Gestão Melhor Ensino.
Plano de aula:
NÚMEROS RACIONAIS
Disciplina:
Matemática
Turma: 9° ano do
Ensino Fundamental
Tempo pedagógico
previsto: 12 horas/aula
Tema da aula:
Números racionais
Objetivo Geral:
Levar os alunos à reflexão, discussão e compreensão da
característica dos números racionais e da sua importância no seu cotidiano,
através de diferentes atividades em que estejam presentes variados contextos e
nos quais surja a necessidade da utilização dos números racionais.
Conteúdos
Representação de números racionais: Exatos e Dízimas
Periódicas;
Operações com racionais – adição, subtração, multiplicação,
divisão, potenciação e radiciação;
Frações: equivalentes, relação entre fração e decimais,
novos significados para fração;
Proporcionalidade.
Habilidades e
competências
Representar um número na forma decimal;
Compreender a estrutura do sistema de numeração decimal;
Representar um número decimal a partir da sua nomeação em
língua materna;
Compreender a equivalência entre as casas decimais e efetuar
transformações: décimos em centésimos; unidades de milésimos, etc.;
Reconhecer a correspondência entre a notação decimal e as
frações decimais;
Transformar um número decimal em uma fração decimal e em ou
representação por porcentagem;
Realizar as operações de adição e subtração com números
decimais;
Estabelecer relação entre conceitos e linguagens:
frações/decimais/porcentagem;
Saber identificar e reconhecer informações numéricas
envolvendo frações e decimais em contextos diversificados;
Calcular porcentagens a partir da razão entre partes e o
todo de uma situação-problema;
Organizar um conjunto de elementos em classes de
equivalência, a partir de uma propriedade dada;
Comparar distintos significados da ideia de fração,
compreendendo suas semelhanças e diferenças;
Compreender o conjunto dos números racionais reconhecendo
cada número racional como um representante de uma classe de frações
equivalentes;
Compreender o campo dos números racionais como composto por
números cuja representação decimal pode ser finita ou infinita e periódica;
Reconhecer as condições que fazem com que uma razão entre
inteiros expresse uma dízima periódica;
Prever o tipo de representação decimal de uma fração
irredutível a partir de análises e estratégias de fatoração do seu denominador;
Compreender a utilidade das potências, bem como as raízes,
na representação de números decimais;
Operar as propriedades da potenciação e radiciação;
Reconhecer a potenciação e radiciação em situações
contextualizadas.
Estratégias:
Utilização do soroban para explorar a representação de um
número decimal e facilitar a compreensão do valor posicional de cada algarismo;
Uso da linguagem mista (materna e matemática) para dar
significado à representação e as operações com números decimais;
Uso de malhas quadriculadas e de figuras;
Exploração, resolução e discussão de situações-problemas
envolvendo os diferentes tipos de razão;
Identificar propriedades comuns entre objetos ou números;
Construir classes de equivalência;
Analise de dados;
Uso de calculadora.
Estratégias:
- As aulas serão desenvolvidas através de situações –
problemas do cotidiano do aluno e, a partir das mesmas, serão ministradas aulas
teóricas, explicativas, expositivas e dentre outras;
- Apresentação de um Slide falando da importância de
estudar os números racionais;
- Leitura de textos para introduzir os conceitos de alguns
conteúdos. Textos retirados do próprio livro didático do aluno, como também de
outros livros que trazem informações sobre o assunto em estudo;
- Propor algumas situações problemas do cotidiano que os
alunos utilizam números decimais para que os mesmos possam responder oralmente;
- Discussão/correção colaborativa das atividades.
Recursos didáticos
Textos impressos, livro didático, caderno do aluno, Data
show, vídeo (jogos educacionais sobre os números racionais);
Avaliação
- Neste processo os alunos serão avaliados, de forma
contínua, quanto ao desempenho nas atividades, aos conteúdos desenvolvidos, as
habilidades proposta a ser alcançada, a metodologia utilizada e a aprendizagem
dos alunos quanto à compreensão e construção dos conceitos, procedimentos e
atitudes, mostrando assim as habilidades e competências que conseguiram
desenvolver ao longo da aprendizagem da matemática.
- A avaliação será diagnóstica, com observação constante do
desenvolvimento das múltiplas formas de atividades com a função de verificar o
que os alunos compreenderam, ponderando quais seus avanços, quais suas
dificuldades, dando pistas de como intervir no sentido da superação de tais
dificuldades e indicar a necessidade de rever o planejamento e fazer os ajustes
necessários, prevalecendo os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Para conseguirmos a melhoria da qualidade do processo de
ensino-aprendizagem em relação à matemática, é necessário que profissionais e
interessados na educação procurem observar todas as disciplinas existentes nos
currículos da Educação Básica, bem como analisar o que vem acontecendo no
processo de ensino aprendizagem, no qual os alunos não conseguem absorver todos
os conteúdos de forma satisfatória. Sabemos que precisamos da Matemática não só
em nossa vida escolar, mas também no aspecto profissional e no cotidiano.
Assim, todos têm a necessidade de adquirir algumas habilidades básicas para o
convívio e compreensão da realidade que nos cerca. Essas habilidades serão
adquiridas a partir do momento em que a disciplina for vista com menos temor e
a consciência da importância da mesma para a facilidade na vida de todos.
Podemos resgatar a curiosidade e o espírito crítico dos alunos, procurando
desenvolver as habilidades necessárias à vida de todos e que os mesmos não
conseguem adquirir com prazer atualmente. Procurar contextualizar os conteúdos
para que faça sentido para os alunos é de extrema importância, pois é muito
melhor conseguirmos assimilar um conteúdo que faz parte da nossa realidade a
outro que não tem nenhum sentido em nossa vida. A utilização da história da
Matemática na abordagem dos conteúdos se torna interessante e necessária quando
o aluno procura entender os processos de desenvolvimentos e operações
relacionadas à disciplina. Mais interessante ainda se torna, quando são
utilizadas as tecnologias como recursos para o processo de ensino aprendizado.
Não pode ser esquecido que a resolução de problemas facilita a compreensão dos
alunos e a sua utilização no cotidiano.
A contextualização dos conteúdos que emprega a história da Matemática facilita a compreensão dos alunos, no surgimento e sua importância.
A contextualização dos conteúdos que emprega a história da Matemática facilita a compreensão dos alunos, no surgimento e sua importância.
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